quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cândido Rondon: explorador, geógrafo, pacificador e o "Bandeirante Elétrico"

Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mato Grosso no ano de 1865. Era bacharel em Ciências Físicas e Naturais. Era tenente e professor de astronomia. Em 1892 se casa com Francisca Xavier e ingressa numa Igreja positivista.
Mas o que esse cara tem a ver com a comunicação? Ou mais especificamente, com o telégrafo?
Foi em 1906 que Rondon toma conhecimento do télégrafo e estabelece as ligações telegráficas de Corumbá e Cuiabá com o Paraguai e a Bolívia. Além de sua grande facilidade nas ligações telegráficas, Rondon possuia um caráter invejável. Ele era um grande pacificador, dentre frases de sua autoria, uma delas se destaca: "Morrer se for preciso, matar nunca!". Tão grande sua importância que o estado antes chamado Território do Guaporé ficou sendo Rondônia, como uma homenagem.
Ele passou a construir as linhas telegráficas, que por sinal era considerado o serviço mais árduo do Exército, e abandonou a sua promissora carreira de magistério.

 E pôs-se ele a abrir picadas, abater árvores, levantar postes, instalar fios atravessando as matas de Goiás ao seu Mato Grosso natal.

E após tanta jornada de trabalho teve seu merecido reconhecimento. Conhecido como explorador, humanista e cientista!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A lâmpada

Revista Super Interessante diz: 

"Thomas Edison, o gênio da lâmpada"


Uma prova de que não existe aquilo de não possuir cabeça boa, a cabeça de qualquer pessoa, por mais que não pareça, é capaz de fazer coisas incríveis.

Todas as informações afirmadas sobre o “gênio” em questão são retiradas da revista Super Interessante, Edição 15.


Thomas Edison nunca foi uma pessoa muito amada e nem tampouco, querida. Sofreu discriminação até mesmo do próprio professor. Era quase surdo. Porém, ele investiu no que tinha de melhor, sua mente brilhante.
Al, como era chamado, cresceu no meio de livros, já que no meio de pessoas, ele não tinha seu espaço. Teve grandes ideias o que levou a ter também grandes criações. Era fascinado pela eletricidade, pelo telégrafo e por tudo que envolvia coisas realmente complicadas. Teve família mas nunca conseguiu ver isso como o seu fator principal de sobrevivência. O fator principal sempre foi os estudos e a incessante vontade de criar algo novo e de valor universal.

Thomas não inventou a luz, mas por conhecer tanto da eletrecidade e ter um conheceimento gigante nessa área, ele quis aprimorar a lâmpada e realmente conseguiu.
Descobriu que o telefone, que ainda não era conhecido dessa forma, havia sido inventado. Ou pelo menos já havia uma forma de sair voz de um aparelho totalmente sem vida. Thomas Edison aprimorou isso também; usou seu super conhecimento com a eletricidade e juntou o aparelhinho com ela, convertendo o som da voz em corrente elétrica.
Desenvolvendo mais isso, criou o fonógrafo.
Mas algo que, como os outros feitos, teve grandíssima importância foi o aprimoramento da luz elétrica. Conduziu pesquisas avançadas até chegar a melhor maneira de manter a luz acesa, e essa luz foi distribuída por partes de Nova York e depois disso, o título de gênio já era de Thomas. Cometeu erros sim, pois ninguém é perfeito, o que não impediu o cara a desenvolver novas pesquisas e novas descobertas. Thomas Edison morreu em 1931 aos 84 anos.

Pode ser dito muito mais dele, apesar de a matéria em questão não possuir tanta "vida". Com certeza Thomas pode ser taxado como um grande exemplo de persistência e vontade.